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São Paulo, São Paulo, Brazil
Possui graduação em Educação Física e especialização em Fisiologia do Exercício pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP) - É instrutor do Centro de Estudos do Laboratório de Aptidão Física de São Caetano do Sul (CELAFISCS). Mestre e aluno de doutorado da UNIFESP, além de membro colaborador do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente (CAAA) Departamento de Pediatria da UNIFESP. Link para o currículo lattes do autor: http://lattes.cnpq.br/8630482126111425

segunda-feira, 10 de junho de 2013

SEDENTARISMO MATA: ESTUDO MOSTRA QUE A INATIVIDADE FÍSICA VIROU DOENÇA !!!

A fórmula para viver mais já sabemos de cor e salteado: não fumar, beber uma taça de vinho por dia, praticar exercícios físicos e comer cinco porções de frutas e legumes diariamente. Fácil ? Não é, mas a ciência deu um empurrãozinho no nosso esforço ao mostrar, em números, quanto se vive mais seguindo à risca tal recomendação: 14 anos, em média. A novidade é que os pesquisadores acabam de revelar o outro lado da moeda, ou seja, qual é o ingrediente principal da receita para morrer mais cedo. Você sabe qual é a resposta? Ser sedentário.
O sedentarismo pode roubar de dois a cinco anos das nossas vidas. Ele virou epidemia no mundo, feito uma doença – no Brasil, inclusive –, e pesquisas mostram que mata mais do que a obesidade. “Ele já é o quarto fator de risco de mortes, perdendo apenas para a hipertensão, cigarro e glicose elevada” de acordo com publicação na revista Lancet. São 5 milhões de vítimas a cada ano. Uma em cada dez mortes precoces é atribuída à inatividade física. E o pior: se a inatividade vem desde a infância, a probabilidade de morrer precocemente é ainda maior. 
Sessões de meia hora, cinco vezes por semana, no mínimo, estimulam a irrigação sanguínea e a oxigenação de todos os órgãos. Uma caminhada ou um passeio de bicicleta, por exemplo, já valem, desde que façam o coração bater mais rápido e a frequência respiratória subir. Cerca de vinte minutos de uma atividade mais vigorosa, como musculação, três vezes por semana, também são suficientes.

Fonte: Lee IM et al. Effect of physical inactivity on major non-communicable diseases worldwide an analysis of burden of disease and life expectancy. Lancet 2012.

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